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Além de ambos terem criado uma imensidão de músicas que eu não suporto, mas serem altamente copiáveis por pessoas que fazem algo extraoridinário com músicas alheias, Lady Gaga e Justin Bieber tem em comum também o advogado: Kenneth Feinswog.
Eu juro que ainda não descobri se isso é um nome de homem ou mulher, mas o ser está no momento processando a editora Bluewater por uso indevido da imagem dos músicos nas biografias não-autorizadas deles.
A parte engraçada (na minha opinião) é ele ter perdido um processo parecido na década de 90 para as bandas New Kids on the Block e Motley Crue; Não menos divertido é o mesmo advogado ter registrado mais de 200 trademarks, entre elas algumas de empresas de quadrinhos.
Para mim, é pior para Lady Gaga e para o Bieber, para quem faria bem um pouco de digulgação no geek world. Mas essa é uma opinião de um geek…
Eventualmente, os trabalhos de todo mundo serão revisados. É natural: você escreve algo que parece maravilhoso, e, antes que possa publicar isso para o mundo, alguém vem dar os pitacos e provar por que aquilo que você julgava o novo Ensaio sobre a Cegueira é, na verdade, uma matéria da Veja. Então, a não ser que você tenha um blog e possa escrever as babozeiras que te der na telha, você vai ser revisado, certo?
Errado.
Não estou falando de nenhum lançamento de filme do Tarantino (apesar de Inglorious Bastards parecer deveras promissor e sanguinolento), mas de um cara que fez algo que muita gente já teve vontade de fazer.
Eu sempre tive uma certa admiração pelo Maurício de Sousa e a Turma da Mônica. Na minha visão, sempre houve um que de capitalismo excessivo nas produções (maçãs da TdM? REALLY?) mas o produto original era sempre bom o bastante para fazer os spin-offs valerem a pena.
Um novo projeto é sempre algo divertido. Ter muitos projetos pode ser um problema, principalmente quando você não tem muitas horas disponíveis. Mas dane-se: as férias vem aí e eu pretendo aproveitar cada segundo delas.
Falando em projetos eis a lista dos que tenho atualmente abertos e seus status:
- Mafia: A Board Game – Congelado
De longe meu projeto mais antigo: criar um jogo de máfia. Comecei tantas vezes que pedir a conta, mas estou atualmente deixando-o de canto para que algumas idéias possam florescer
- Team Fortress 2: A Strategy Game – Ativo
Um jogo de tabuleiro baseado em Team Fortress 2, um jogo de tiro em primeira pessoa. Tenho um tabuleiro que grita por modificações. Mas o sistema está pronto, faltando o playtest e as cartas. Pretendo criar uma licensa específica para jogos de tabuleiro abertos para lançar este de forma semi-pública na net
- Presidential Voting – Ativo
Criado a partir de uma aula de Teoria dos Jogos, esse é um jogo que deve render um resultado decente, portanto, sem muitos detalhes aqui. Mas o primeiro playtest deve vir logo…
- Protoblog – Ativo
Este blog. Não é algo tão simples quanto um blogspot.com, nem tão complexo quanto um site completo, tornando-se um pet project ideal. Mas desisti de atualizar qualquer coisa com uma agenda definida…
- ??? – Ativo
Este eu decidi retomar hoje. E a graça é que ele seja um pequeno mistério. Mas vou dar dicas do que se trata no blog. Neste post, em posts futuros e talvez em posts passados que eu venha a editar. Mas espero que muita gente se empolgue com ele.
Em breve vocês poderão acompamnhar o status detalhado de cada projeto no www.protodream.net (raiz deste site), onde também pretendo colocar algumas pistas infames de o que, diabos, é o projeto msiterioso. Até lá, me comprometo a responder a todos os comentários, sempre com a verdade.
Happy Hunting
Título Alternativo: Campeonato Monopoly Parte 1: Como falir antes mesmo de sentar na mesa
Esse domingo foi dia de Campeonato Monopoly. O prêmio era interessante: jogar a rodada mundial e concorrer a 20 mil e poucos dólares. Fazia tempo que eu não me metia num campeonato de escala obscena, então estava mais empolgado que uma menininha no primeiro dia de aula.
Então fomos eu e a Lucy para lá. GPS pra que te quero, e eu pegava ela 10 para as 7 da manhã. Resultado, 7:20 estávamos lá (o credenciamento COMEÇAVA às 8). Mas já lá eu tomei o primeiro susto: R$ 25 de estacionamento. Deuses, eu sempre pensei que em Monopoly o estacionamento era grátis…
Mas tudo bem: já tinha muita gente por lá. Vimos metade da fila de modelos entrar (250 juízes para os 1001 isncritos) e conhecemos um casal carioca que tinha vindo jogar.
Depois de um pouco de fila, pegamos nossos kits de inscrição (camiseta, botton, crachá, sacolinha, chocolates diversos), que me fez pensar por que todo evento não dá uma sacolinha daquelas…
Depois de uma hora e pouco de espera (sim, eles atrasaram), pudemos entrar na sala de espera, onde havia algumas mesas para o pessoal jogar uma Jenga básica. Um grupo fez a maior jenga que eu já vi. Tem uma foto aqui em baixo.
E no que dá deixar o Proto entediado? Ele começa a tirar fotos, e mais fotos. A primeira foi a da minha menina linda com o Mr Monopoly. E depois a do nosso amigo Ader sendo um pouquinho amoroso demais com o velhinho de cartola. Ambas estão neste post. Um pessoal também ficou sem nada para fazer e foi jogar um poker básico, apostando as balas que eles tinham ganho na sacolinha. Muitas risadas. Fotinho lá em baixo
Logo depois tirei uma foto que eu não deveria, segundo o segurança do lugar, mas que a menina da organização deixou, então estou de consciência limpa ^^. Mas é uma das fotos mais legais que eu tirei: visão por cima de todas as mesas de jogo, com os monitores passeando de um lado para o outro. Claro que não dá para ver o pessoal andando, mas dá para ter uma noção do tamanho que era esperado da coisa. Não foi: dos 1001 inscritos, apareceram cerca de 250. Aposto que muita gente só queria o Speed Die (que eu comento na parte 2 desse post).
Como todo bom evento brasileiro, mais um bocado de atraso depois e começamos a primeira partida. Não tirei nenhuma foto pois a bateria da câmera acabou…
Primeira rodada foi péssima: gente que não sabia jogar, juízes desinformados (mais detalhes no segundo post). Mas o que mais matou foi o atraso: saímos para comer perto das 15:20, para voltar 16:30. Por perto só um Fran’s Café que demorou uma eternidade para fazer o sanduíche frio que a minhamenina pediu. Em compensação, meu strogonoff ficou pronto rapidão. Como já tínhamos tomado o café-da-manhã lá, contabilizei tudo: R$ 60. Dor, dor e sofrimento.
Depois da terceira rodada, eu tinha ido bem mal. Como eu sabia que tinha gente que havia limpado a mesa (falido os outros três jogadores) eu sabia que não tinha chego em lugar nenhum. Então, quando o Otaviano Costa subiu no palco pra convidar 16 artistas para jogar e chamou o top 20 para todo mundo saber quem são, eu nem me empolguei. Mas o Ader chegou no top20. Congrats, Ader! Queria ter uma foto de vc lá no palco.
Pouco depois ( já era perto das 8 da noite…) eu e a Lucy decidimos que era jogatina suficiente por um dia e fomos embora. Então até visitar o blog do evento, eu não sabia quem tinha ganho.
Mas o dia foi proveitoso e divertoso. A sacolinha vai servir bastante e eu ainda tenho que dar um jeito de colocar alguma lembrança do evento no quarto.
Para terminar, quero deixar aqui a foto do pufe que eu um dia ainda vou comprar. Abraços e até sexta!
Antes de qualquer coisa: eu não sou nenhum fã de jogos antigos. Tenho um grande respeito pelo NES, mas acho que videogames começam de verdade no SNES.
Dito isso, achei na internet um projeto deveras interessante: um cara que criou um videogame open-source. Claro, não roda jogos ou ROMs de outros consoles, som, só MONO, e tudo em 8 bits. Mas é um video-game open source! Se a moda pega e alguém faz um 16 bits capaz de rodar joguinhos de SNES portados, eu desenterro o meu ferro de solda na mesma hora.
Go go, open source community!
Legal. Alguns hackers, supostamente da Rússia invadiram o Pentágono. Como sempre, nada de detalhes, só especulação. Citando Tony Stark “Say training exercises. Isn’t that the usual bullshit?”
Fonte: The Telegraph
Vamos ver se eu entendi: a comunidade desenvolve um driver para as placas da ATI mais rápido do que a própria empresa (se bem que os drivers ATI da comunidade sempre são melhores de qualquer jeito…), o Ubuntu roda MUITO mais rápido que o Vista na minha máquina e o pessoal ainda descobre evidências de que a Valve estaria preparando uma versão Linux dos jogos dela (pelo menos do Left4Dead).
Acho que é hora de começar a olhar as tabelas de compatibilidade com linux antes de comprar hardware. Se Team Fortress 2 for portado para o Linux, bye bye Windows.








